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Minha Receita do Dia!
INGREDIENTES DA BAGUNÇA:
1 Pacote de macarrão cabelo de anjo (500 g) 500 g de presunto 500 g de queijo mussarela ou prato (o prato fica mais gostoso) Noz moscada, pimenta do reino branca, temperos à vontade Molho branco (de sua preferência) Molho vermelho (de sua preferência) Mussarela ralada Requeijão cremoso ou catupi
Fiz e Aprovei! Faça e me mande um pouquinho! :)
Sua Receita!
Sua Receita pode vir parar aqui! willer.emiliano@gmail.com
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
PERNIL DE PORCO ASSADO
Ingredientes:
1 pernil de aproximadamente 10kg (nesta receita foi utilizado um pernil traseiro sem osso)
6 dentes de alho
4 limões
3 colheres de sopa de sal
3 colheres de chá de pimenta do reino preta (de preferência moída na hora)
30 folhas de louro
1 xícara de vinho branco
Modo de fazer:
Atenção: Lavar carnes, aves e peixes antes de prepará-los não é recomendado por instituições sanitárias por poder causar contaminações cruzadas. Ou seja, os respingos decorrentes da lavagem podem vir a contaminar outros alimentos preparados e/ou utensílios culinários. Para evitar possíveis contaminações lave bem as mãos antes e depois de manusear esses alimentos e cozinhe-os em temperatura acima de 74°C.
Prepare a assadeira:
Forre com papel alumínio uma assadeira bem grande que caiba o pernil inteiro ou então use a própria assadeira do forno se for o caso. Tenha o cuidado de forrar completamente a assadeira, subindo pelas laterais e dobrando para fora. Se o papel alumínio for menor que a assadeira, faça uma emenda antes. O pernil deverá assar por várias horas, e isso irá facilitar na hora de lavá-la.
Atenção: Nesta receita foi usado um pernil traseiro desossado. Com osso ele não caberia em um forno caseiro comum. Já o pernil dianteiro, por ser menor, pode ser preparado em fornos caseiros com o osso.
Prepare o pernil:
Lave todo o pernil com água fria, se desejar. Depois com uma faquinha bem afiada, retire o excesso de gordura nas beiradas e no meio da carne. Não retire a pele e nem a gordura que fica por debaixo dela. Ao assar a pele ficará crocante e a gordura abaixo dela se dissolverá deixando a carne mais macia e saborosa. Com a ponta da faquinha fure todo o pernil por todos os lados inclusive no lado da pele. Depois esfregue o sal, a pimenta e o alho espremido por todo ele. Esprema os limões e derrame metade do suco e um pouco de vinho branco por baixo e depois espalhe algumas folhas de louro. Vire o pernil com a pele para cima, derrame o restante do suco dos limões, mais um pouco do vinho e espalhe as folhas de louro que sobraram. Cubra a assadeira com papel alumínio e leve a geladeira por pelo menos 24 horas para pegar gosto.
DICA: Facas com lâminas feitas de cerâmica não reagem com a acidez de alguns alimentos e também não enferrujam. São bem mais leves para usar e mantém o sabor natural dos alimentos.
Sugestão: Ligue o forno em 180°C (temperatura média) para ir aquecendo.
Asse o pernil:
Leve o pernil ao forno para assar ainda coberto com papel alumínio e deixe que asse por 3 horas assim. Coloque na posição mais baixa do forno para que o calor se distribua melhor e se concentre na parte debaixo. Isso irá cozinhar a carne sem que o pernil resseque ou doure. Depois retire o papel e regue todo o pernil com o caldo dos temperos que se formou no fundo da assadeira. Continue assando o pernil sem o papel alumínio por cima para que ele comece a dourar e a pele forme uma casquinha crocante por cima. Abra o forno de vez em quando para regar o pernil com o caldo que vai ser formando e refrescá-lo com o restante do vinho branco aos poucos. Se perceber que a pele está ficando muito dourada, cubra parcialmente o pernil com um pedaço de papel alumínio, a fim de evitar que ele se queime antes de estar no ponto. Um pernil desse tamanho vai levar aproximadamente entre 4 e 5 horas para ficar pronto, porém o tempo pode variar de acordo com o forno. No final descubra-o novamente para que ele acabe de dourar e a pele fique tostadinha e crocante. Sirva a seguir.
DICA: Evite que o papel alumínio fique grudado no pernil nas primeiras horas que ele for ao forno, para que a pele não agarre nele e se solte do pernil quando for descobri-lo para terminar de assar.
Qual é a sua definição de Paraíso?
Se você já sonhou ou define a palavra Paraíso como uma ilha tranqüila, cheia de coqueiros, palmeiras e outras belas plantas tropicais, céu e mar calmos e azuis ao ponto de confundir sua sensibilidade, longe de tudo e de todos, longe da poluição da cidade grande, longe da guerra, longe do tráfico, longe dos políticos.
Então a tradução que mais se enquadra a todas essas características aí de cima é:
ILHAS MALDIVAS!
Considerado o último paraíso do planeta, formada por quase 2 mil pequenas ilhas, localizada no Índico e com apenas 200 ilhas habitadas e mesmo assim preservadas, é considerado o país mais plano do mun do por possuir apenas dois metros acima do nível do mar, de beleza ínica e apreciada pelos desbravadores de paraísos, pessoas que buscam paz, socesso, sombra e agua fresca.
Ponto referencial para o mundo todo quando se trata de belezas naturais.
Para se chegar até lá será necessária a viagem de barco ou por hidroaviões, que partem da capital rumo ao arquipélago turístico e ao seu destino encontrarás dentre outros, um hotel flutuante onde se deixa permitir contato íntimo entre seu equilíbrio espiritual e a natureza, agindo de forma positiva e intensa em seu corpo.
E para quem ama atividades aquáticas, como mergulho,surf ou simplesmente tomar um belo banho de mar este também é o destino certo.
Por possuir uma infinidade de corais ao redor das ilhas e águas calmas e cristalinas, as Maldivas oferecem uma vista subaquática para jamais se esquecer (fotos).
Como toda lugar tropical, a República das Maldivas possui clima quente e úmido o ano todo,e várias piscinas naturais fazendo com que a cada mergulho você possa encontrar águas quentes e belíssimos animais aquáticos.
A República das Maldivas será também um dos primeiros países do planeta que desapareceram do mapa em alguns anos.
Devido ao rápido processo de desgelo dos pólos do nosso planeta por consequencia do aquecimento global infelizmente todo o paraíso das MALDIVAS estão com os dias contados justamente por possuir em sua totalidade apenas 2,4 metros acima da superfície marinha.
A população já vem sentindo inúmeros efeitos negativos por consequencia do almento significativo do nível dos oceanos.
para os próximos 50 anos está previsto avanço do mar de mais meio metro tarra a dentro fazendo com que Maldivas também seja o primeiro País a realizar migração por conta do aquecimento globar seguindo pela bela Veneza dentre outros.
O governo local estuda possibilidades de implantação de projetos arquitetônicos locais que façam viabilizar a continuidade de habitação nas ilhas e que respeite o fenótipo local, devido sua exuberância natural.
Mas para quem tem dinheiro no bolso, vale a pena fazer tornar realidade o sonho de conhecer (em vida - rsrs) um Paraíso. Vale ainda lembrar que inúmeras empresas de viágem fazem pacote exclusivos com direito a duas semanas em um paradisíaco Resort mais passagem aérea por um abagatela de 500 a 3 mil euros.
Boa viagem!
terça-feira, 14 de julho de 2009
APOCALIPSE NÃO É LENDA, BASTA SABER INTERPRETÁ-LO.
Não é só o risco de ocorrer terremotos que podem ocasionar maremotos (temidos tsunamis).
Mas também o aquecimento global que permitiria uma mudança abrupta e catastrófica no clima do planeta. Uma conseqüência disso é o derretimento das calotas polares, que adiciona uma quantidade enorme de água doce nos oceanos e rompe o equilíbrio das correntes que estabilizam nossos sistemas climáticos. Então uma série de fenômenos meteorológico cada vez mais grave começariam ocorrer pelo globo terrestre, como por exemplo, furacões com recordes de velocidades, e uma série de tornados arrasadores, seguidos de ondas gigantescas que destruiriam cidades inteiras.
Ficção, fruto da imaginação?
Não! Estamos vivendo um tempo em que a cada dia acordado mudanças podem acontecer em nossas vidas mudando toda uma rotina que havia sido planejada anteriormente.
Grande quantidade de informação bate em nossas cabeças pedindo licença para entrar e muito se aprende quando presenciamos ou vivenciamos determinados acontecimentos e fazemos parte da nossa própria história escrevendo ou colaborando para que nosso destino seja traçado de maneira feliz ou não. Diferente do passado, que quando ainda criança, ao deitarmos a cabeça no colo de nossos pais, avôs, etc. escutávamos historinhas onde muita das vezes até chegávamos a acreditar mais no fundo – na maioria das vezes – tudo não passava de um conto fabuloso.
Trazendo uma nova postagem com conteúdo ATUAL, VIVENCIADO por toda população deste Planeta e possuidor de enorme credibilidade tamanha abordagem pela mídia, cientistas, governos, organizações, etc.
O NADA DE PÂNICO TRÁS ATÉ VOCÊ:
AQUECIMENTO GLOBAL, O APOCALIPSE MODERNO
Já sabemos que nosso planeta vem sofrendo um processo de aquecendo gradual desde o fim da última Idade do Gelo, há 10.000 anos. As temperaturas costumavam subir de forma constante em cerca de um quarto de grau a cada 1.000 anos, ou seja, subia-se menos da metade de um grau a cada milênio.
No último século, as temperaturas subiram o dobro disso. E como se isso não fosse suficientemente alarmante, todos os dias mais quentes ocorreram na última década, os oceanos também causam preocupação por estar, a cada ano, 3 centímetros mais alto ao invés de meio centímetro (baseado nos estudos que foram aplicados levando em consideração o fato do planeta Terra estar em boa saúde – o que não é o caso). Os especialistas prevêem que as temperaturas devem subir até 6 graus centígrados neste século — um aumento que poderá trazer conseqüências devastadoras.
Os temas “Aquecimento Global” e “Efeito Estufa” somente chegaram às manchetes dos jornais e autoridades em meados de 1983. Cientistas que trabalhavam no Havaí buscando entendimento e soluções para a já tragédia anunciada “Crise Ambiental Planetária” (Aquecimento Global, Efeito Estufa, Perda de Ozônio, e por que não Apocalipse) descobriram que a quantidade de DIÓXIDO DE CARBONO * na atmosfera aumentou em 8% entre os anos 1959 e 1983.
Nesse estudo os cientistas concluíram que os gases danosos expelidos pelos carros, indústrias e nas fazendas eram a raiz do infortúnio do nosso planeta. Mas o Aquecimento Global e o efeito estufam também são essenciais para a vida na terra quando se há equilíbrio e ausência de influência artificial ao meio.
Enquanto o sol aquece a terra, alguns gases na atmosfera agem como o vidro em uma estufa — eles contêm o calor e mantém o planeta aquecido o suficiente para que possa haver vida. Sem esses gases, a temperatura cairia para -18º C, o que dificilmente promoveria vida em qualquer lugar. O problema só aparece quando mudanças sutis ameaçam o equilíbrio.
O aumento das concentrações de vapor d’água, CFC, gás metano e dióxido de carbono estão causando danos ao nosso meio-ambiente. O aumento da quantidade desses gases acaba isolando a Terra e evitando que o calor escape. Isso leva as temperaturas globais a aumentarem a níveis alarmantes.
Até recentemente, era comum falar em ameaças que poderiam afetar a vida de nossos netos — uma perspectiva bastante incômoda, mas sem a premência dos desastres iminentes. Hoje, até a palavra ameaça ficou superada. Os fenômenos deletérios estão em andamento e muitos de seus efeitos serão sentidos ainda dentro da expectativa de vida de boa parte da humanidade. Propaga-se, por exemplo, a noção de que está em curso a SEXTA EXTINÇÃO em massa. As cinco anteriores conhecidas pela ciência deixaram registros geológicos concretos.
A maior aconteceu há 250 milhões de anos; a mais conhecida, a que extinguiu os dinossauros, há 65 milhões. Extinções, evidentemente, fazem parte da história da Terra — menos de 10% das espécies que em algum momento existiram continuam a ter um bilhete no ciclo da vida do planeta. A taxa de extinção considerada normal é de uma espécie em 1 milhão por ano; a atual gira em torno de 1.000 por ano entre espécies conhecidas e ainda não catalogadas. O aquecimento global tampouco é apenas uma hipótese no horizonte do médio prazo. Todas as grandes geleiras do planeta vêm diminuindo, os oceanos estão se tornando mais quentes, animais mudam suas rotas migratórias, a diferença de temperatura entre dia e noite cai. Os níveis de dióxido de carbono são os mais altos dos últimos 420.000 anos. Se as emissões continuarem, atingirão um estágio que ocorreu pela última vez no Eoceno, há 50 milhões de anos.
As previsões catastróficas sobre o futuro da humanidade têm sido desacreditadas desde que Thomas Malthus escreveu seu Ensaio sobre o Princípio da População, no fim do século XVIII, prevendo uma superpopulação avassaladora. Ridicularizar os profetas do pessimismo freqüentemente se revela um exercício saudável. A capacidade de adaptação humana, somada aos vertiginosos avanços do conhecimento no último século, desmentiu mais de um cenário apocalíptico. Mas hoje pouca gente está para brincadeiras. Um levantamento recente de trabalhos científicos sobre as mudanças climáticas mostrou que 75% endossavam a hipótese do aquecimento global — os outros 25% foram considerados neutros, pois analisavam métodos e procedimentos. Quando tratam dos efeitos das transformações em curso, alguns estudiosos usam palavras que parecem saídas de obras de ficção científica."Acredito que as chances de nossa civilização na Terra sobreviver até o fim do século presente não passam de 50%", escreve o cientista inglês Martin Rees, professor de cosmologia em Cambridge, no livro Hora Final. Mesmo quando pende para um lado mais conservador, Rees pinta um quadro de amargar: "As mudanças globais — poluição, perda de biodiversidade, aquecimento global — não têm precedentes em sua velocidade. Ainda que o aquecimento global aconteça na ponta mais lenta do espectro provável, suas conseqüências — competição por suprimentos de água e migrações em ampla escala — podem engendrar tensões desencadeadoras de conflitos internacionais e regionais, sobretudo se eles forem excessivamente alimentados por crescimento populacional contínuo."
A capacidade humana de alterar o planeta em escala geológica atingiu tal ponto que o cientista holandês Paul Crutzen propõe que a época atual, Holoceno, iniciada há apenas 10.000 anos, já acabou. Vivemos, diz ele, em pleno antropoceno — e isso começou no fim do século XVIII, com a invenção da máquina a vapor, desencadeadora do processo que mudou a face da Terra. A vaga de alarmismo que permeia o mundo no momento é tamanha que permite perguntas altamente incômodas. Em escala cosmológica, qual seria a importância do desaparecimento dos humanos da Terra (ainda que levassem, em sua irresponsabilidade genocida, uma enormidade de espécies consigo)? Mais ainda: o mecanismo de autodestruição não está embutido na própria espécie, para barrar sua propagação virulenta e descontrolada, e entrou em ação justamente num momento crítico?
Fazer perguntas para as quais não se tem respostas é próprio da espécie humana. Podemos, no entanto, conjeturar. Uma resposta possível à primeira pergunta é que a importância provavelmente é nenhuma. Mesmo que o surgimento de vida inteligente e consciente tenha resultado de uma cadeia de eventos tão improvável que tenha acontecido uma única vez — aqui mesmo, na nossa magnífica esfera azul —, a extinção da espécie humana, por mais inominável que nos pareça, não significa o fim da vida.
À segunda pergunta, só podemos responder que, como não estaremos aqui para saber se a hipótese se confirma, temos a obrigação de trabalhar com a idéia contrária: não estamos programados para a extinção, ou pelo menos não agora. A vida começou na Terra há cerca de 3,5 bilhões de anos e ainda há 6 bilhões pela frente antes que o sol incinere a Terra. Cerca de 60 bilhões de seres humanos já viveram antes de nós. Seria demais deixar um desaparecimento catastrófico acontecer justo no nosso turno.
*DIÓXIDO DE CARBONO é um dos principais compostos responsáveis pela colaboração ativa de degradação na camada de ozônio. É um gás ligeiramente tóxico, inodoro, incolor e de sabor ácido. O CO2 não é combustível nem alimenta a combu
stão justamente por ser resultante de tal reação, é pesado. Tais características explicam e justificam a presença dele em nossa atmosfera nas tardes, principalmente as de inverno (por ser uma estação de pouca chuva).
SOL ENTRA EM PERÍODO DE CALMARIA E PROMOVE PREOCUPAÇÃO EM COMUNIDADES CIENTÍFICA DO MUNDO TODO
A NASA informou recentemente que o Sol entrou em um estranho processo de calmaria, com ausência de manchas em sua superfície, e de intensidade nas labaredas e nas tempestades.
A agência espacial americana tinha informado em setembro que a pressão média do vento solar --a corrente de partículas carregadas que atinge a atmosfera terrestre e impulsiona os raios cósmicos em direção aos limites do sistema planetário-- tinha caído 20% desde meados da década de 1990.
Na metade do século 19, o astrônomo alemão Heinrich Schwabe descobriu que os ciclos se completavam com bastante regularidade a cada 11 anos, e isso seguiu assim durante mais de 200 anos. Mas, este ano, a situação mudou um pouco e a intensidade diminuiu bastante.
Apesar de os especialistas acreditarem que o fundo do poço tinha sido em 2008, a força continuou diminuindo.
Durante todo o ano passado não foram observadas manchas solares durante 266 dias, isto é, por 73% do período, e, por isso, os especialistas acreditaram que o ciclo tivesse chegado ao fundo do poço e começaria a se reativar.
No entanto, no último trimestre não foram observadas manchas em 78 dias, isso é, em 87% dos dias.
"Este é o Sol mais tranqüilo que vimos desde 1913", disse David Hathaway, especialista em manchas solares do Centro Marshall de Vôo Espacial, em Huntsville, Alabama. Naquele ano não foram observadas manchas no Sol durante 311 dias.
O assunto preocupa os cientistas, porque eles queriam prever quando chegará a próxima "máxima solar", um auge de atividade que dura de três a quatro anos.
As tempestades solares podem causar perturbações nas redes de distribuição de eletricidade e nas comunicações na Terra.
Um relatório recente da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos indicou que uma tempestade forte durante esse período poderia ter conseqüências catastróficas durante as quais os governos poderiam perder o controle da situação.
A fraqueza dos ventos solares poderia permitir uma irrupção maior de raios cósmicos no Sistema Solar, com perigos crescentes para a saúde dos astronautas, e menos tempestades geomagnéticas e auroras na Terra.
Também se registrou o nível mais baixo de irradiação solar em 55 anos, o que indica um enfraquecimento do campo magnético global do Sol.
E, além disso, várias cápsulas espaciais da NASA descobriram que o brilho do Sol desceu 0,02% nas ondas visíveis desde 1996, e até 6% nos raios ultravioletas.
domingo, 21 de junho de 2009
Planeta X / Hercólobus ou Marduk
Antes de qualquer coisa, acho importante ressaltar as informações a seguir ESTÃO FUNDIDAS E PODEM SER ENCONTRADAS EM QUAISQUER MEIOS – A SEGUIR - PORQUE SÃO RECONHECIDAS E ADMITIDAS ENTRE CIENTISTAS DO MUNDO TODO, ESTUDOS ASTROLÓGICOS, MÍSTICOS E RELIGIONÁRIOS, MÍDIA E REDE INTERNACIONAL DE COMPUTADORES. Não possuindo parecer religioso e se isentando de qualquer influência interpretacional.
Batizado pelos Esotéricos de Hercólobus, Mas se internacionalizou pelo nome de Planeta X.
E para fundamentar e provar a teoria que diz que esse "Fenômeno" está vinculado com todos os meios que citei em algumas linhas a cima, no decorrer dessa postagem aparecerão trechos de Citações, Reportagens Científicas, Mensagens Bíblicas dentre outras que comprovam a “preocupação oculta” (a fim de não tornar público mundialmente e ser instalado no planeta um caos precoce) mundial em Relação ao Planeta X.
Há uma presença constante em muitas lendas e escritos antigos falando de certo planeta ou astro que visitaria a Terra periodicamente, há inúmeras informações, de diversas fontes, que afirmam enfaticamente sobre sua existência e influência sobre nosso Sistema Solar, especialmente sobre a Terra. O aparecimento cíclico desse corpo celeste está milenarmente ligado a catástrofes e fins de civilizações.
Interpretado pela ciência dizendo se tratar de outro Planeta porém bem maior que a Terra e pouco maior que Netuno e tem uma órbita extremamente elíptica, com um perigeu (distância máxima do Sol) de 400 a 500 unidades astronômicas (1 ua = distância da Terra ao Sol), e um perigeu de umas 4 ou 5 ua (entre o Cinturão de Asteróides e Júpiter). Ou seja, a maior parte do tempo ele fica longe demais do Sol (daí a dificuldade de detecção). é dotado de uma espécie de camada tênue sobre a atmosfera, para conservar o calor, a qual está em infravermelho, fora do espectro visível, daí muitos videntes dizerem que este é um planeta de cor tipicamente avermelhada. Lembramos que apenas em 1997 é que foi encontrado o chamado décimo planeta, a uma distância de cerca de 120 ua! (Plutão dista do Sol quase 40 ua). Imagine se tratando de 500ua.
A aproximação deste gigante dos céus poderá causar sérias e graves perturbações na Terra e em outros planetas, especialmente em Marte e Urano, segundo constam afirmações gnósticas. Daí a correlação toda com várias profecias, e isto, se ocorrer realmente, deverá ser nas próximas décadas. É claro que ele já foi detectado por diversos cientistas, e podemos ter certeza que a preocupação nos meios da Inteligência norte-americanos é enorme.
Marduk, Planeta X, Hercolubus... Seja qual for o nome, todos referem-se ao mesmo planeta. Seria o mesmo "apocalíptico" de Jesus, a "abominação desoladora" do profeta Daniel,a "grande estrela ardente com um facho, chamada Absinto" do Apocalipse de João, a "grande estrela", "o grande rei do terror", "o monstro" ou "o novo corpo celeste" de Nostradamus, o "astro Intruso" ou "planeta higienizador" da entidade espiritual chamada de Ramatis, o "planeta chupão" citado por Chico Xavier, ou o "Planeta X" procurado pelos astrônomos?
A “Ciência” e a “Igreja” já admitiram e anunciaram afirmando que “Existe SIM semelhança entre o que fala o velho testamento e Nostradamus”. Tais profecias são fundamentadas pelo que se pode ler nos livros espiritualistas.
Não querendo plantar um pânico Global, mas te convidando para apreciar os fatos incomuns e TOCANTES de uma possível e lógica realidade que poderá se concretizar fatidicamente a partir de algum dia do mês de Outubro de 2012 – data mais provável e já admitida por todas as autoridades que “Algum fato histórico ao planeta se realizará nesta data”.
Eis trechos de uma Carta escrita por Nostradamus enviada ao então rei Henrique II:
“E a um eclipse do Sol sucederá o mais escuro e o mais tenebroso verão que jamais existiu desde a Criação até a paixão e morte de Jesus Cristo, e de lá até esse dia, e isto será no mês de outubro, quando uma grande translação se produzirá, de tal modo que julgarão a Terra fora da órbita e abismada em trevas eternas".
Livro de Joel:
"O Sol converter-se-á em trevas, e a Lua em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível dia do senhor".
Nostradamus, cent.III, quadra 34:
“Quando o sol ficar completamente eclipsado;
O monstro será visto em pleno dia;
mas o interpretarão de outra forma.
Não serão tomados cuidados: ninguém irá prevê-lo."
Mateus, 24:27:
"E logo depois da tribulação daqueles dias, escurecer-se-á o Sol, e a Lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potestades do céu serão abaladas. E então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu, como o relâmpago que sai do Oriente e se mostra até o Ocidente".
"Estrelas cairão do céu." Isso se deve à nossa perspectiva: quando a terra tremer (e bota tremer nisso) teremos as constelações "se movendo" rapidamente. O "sinal" visto de todo o planeta, muito provavelmente é o cometa de que fala Nostradamus, que pode ou não ser Marduk, Planeta X ou Hercólobus (como queiram). Outra teoria defendida, é que quando a Terra for deslocada abruptamente de seu eixo natural (23º em relação ao Sol), será como se as estrelas do céu tivessem se movido, ou seja, caído, mas na realidade é a alteração do eixo terrestre.
Em Isaías 24:19-21:
"A Terra está de todo quebrantada, ela se move totalmente com violência. A Terra cambaleia como um bêbado e balanceia como rede de dormir."
Por passar em uma órbita perpendicular à da Terra, Marduk ainda não foi captado. E quando o for, os cientistas calcularão equivocadamente que o mesmo passará distante. Será uma mera atração astronômica, como o Cometa Halley. Mas subitamente o Planeta X desviará sua trajetória (na verdade o erro será de cálculo da órbita) e passará astronomicamente falando "perto" da Terra, ou seja, o suficiente para as alterações às quais alude Nostradamus e a Isaías, na Bíblia. Os espiritualistas avisam que a população não será alertada, até ser tarde demais. Nosso planeta sacudirá por 3 dias e 3 noites. Confirmando assim e também se fazendo cumprir o enigmático e recém revelado 3º Segredo de Fátima anunciado pelo Santo Papa João Paulo II.
Nostradamus, Cent. II, 43:
"Aparecerá no céu, no norte, um grande cometa".
Nostradamus, cent. IV, 30:
Devido ao novo corpo celeste, "A Lua, aproximar-se-á da Terra e seu disco aparecerá 11 vezes maior que o Sol, o que provocará maiores marés e inundações."
A Terra, que atualmente tem o seu eixo levemente inclinado (cerca de 23º), recuperará sua posição vertical. O mar invadirá continentes adentro e novas terras aparecerão do oceano. Deve-se, então, procurar os lugares mais altos? Isso será suficiente para a salvação da população terrestre? Perguntamo-nos leigamente, pois eu também me fiz essa pergunta ao mentalizar cenas do filme “Impacto Profundo”
Podemos ter uma resposta se interpretarmos bem Mateus 24: 15-16:
Onde o Cristo Jesus disse: "Quando virdes o abominável devastador, que foi predita pelo profeta Daniel, Ides para um lugar santo então os que se acham na Judéia, fujam para os montes.
As fontes de estudo são unânimes em afirmar que dois terços da população da Terra desapareceriam. Vindo a confirmar mais uma vez com esse trecho de Zacarias, 13:8:
"Em toda a terra, diz o Senhor, dois terços dela serão eliminados, e perecerão; mas a terceira parte restará nela".
Zacarias, 13:9:
"Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro..."
“Existe uma observação muito importante que farei em outro post, citando uma relação muito forte dessas datas entre uma explosão de um dos vulcões existentes nas Ilhas Canárias, também previstas para meados de 2012/2015. Não se tratando apenas de uma simples erupção vulcânica e sim de uma catástrofe que seria capaz de exterminar ‘meio mundo”.